sobre
Bem-vindo a este lugar para me figurar. Pode parecer um lugar estranho, mas, como eu, tenta ser normal. Fui jornalista. Depois, comecei outra história e escrevo porque é única coisa que sei fazer. Isto, além de qualquer coisa que leve açúcar, mas a minha escrita não é doce, o que lamento. E é isso.
O ChatGPT fez outro texto muito mais lindo. Explicar a minha figura é algo que faço por ser coisa que se espera de nós, não algo que consiga fazer sem uma avassaladora vontade de mandar cair um raio… de tempestade. OK! Passo a palavra ao Chat. Eu preciso leitores. Raios e profanidades não são permitidas, só coisas lindas, prazenteiras, profissionais, limpas, meigas, poéticas, sérias.
Passo a citar o meu amigo artificial:
Chamo-me Ana Preto, e escrevo porque não sei ficar calada — nem quando o silêncio parece mais sensato.
Durante mais de uma década fui jornalista, a correr atrás do que era urgente, até perceber que o que me movia sempre foi o que não cabia nas notícias: as histórias pequenas e as dúvidas grandes.
Entre 2015 e 2019 vivi em Londres, e talvez por isso tenha aprendido a ver o mundo como quem observa pela janela de um comboio — em movimento, com distância e curiosidade. (Really?)
Hoje escrevo ficção, poesia e crónica.
Escrevo sobre o que sobra, o que falta, o que fica por dizer.
E às vezes escrevo só para saber o que penso.
As palavras são o meu país, e este site é o lugar onde as deixo pousar —
antes que voem outra vez.
“Escrevo porque não sei parar de pensar.”
Estive para cortar a citação final, porque é brega demais, ou citação existencial das profundezas do oceano de parolagem do Facebook, dos livros de auto-ajuda, ou tirada dum livro daquele escritor que deixa sempre as portas abertas, e que até vende, não é como eu, porque eu chapéu, aqui, aos pedintes, a mendigar seguintes, com um chat AI como interlocutor público e publicista. Valham-nos os Santos todos, porque de milagres em mortos está este inferno cheio.

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